Nessa nova onda de filmes alemães sobre a Segunda Guerra Mundial (um exemplo é A Queda! As Últimas Horas de Hitler), chega agora essa produção que se diferencia ao tratar o tema sob um ponto de vista ficcional, avaliando como seria a continuidade da história se Adolf Hitler (Udo Schenk) tivesse sido assassinado na manhã de 20 de julho de 1945, durante uma conferência. A partir daí, um dos caminhos possíveis é mostrado no filme e prova que até mesmo um plano que parecia perfeito tem seus reveses. O tema da conspiração para assassinar o ditador já foi explorado pelo diretor Fritz Lang em 1941, com O Homem que Quis Matar Hitler, e, mais recentemente, em 1990, em O Plano para Matar Hitler. Todos se baseiam num esquema real que não deu certo, quando o coronel Von Stauffenberg (aqui Sebastian Koch, de Amém) liderou um plano para executar o chefe e assim poder negociar com os inimigos a rendição da Alemanha e o final da Segunda Guerra.
Sinopse: O Roqueiro”, vulgo Robert “Fish” Fishman, foi o baterista de uma banda de cabeludos dos anos 1980. Ele estava vivendo o sonho do rock´n´roll, até que foi expulso do grupo. Vinte anos mais tarde, o roqueiro desesperado integra a banda do sobrinho, A.D.D., finalmente retomando o posto de deus do rock que sempre acreditou merecer, enquanto leva seus companheiros de banda, muito mais jovens, na viagem de suas vidas. Nesta mistura de comédia pastelão, emoção e música de banda de garagem/power rock/heavy metal, Rainn Wilson de “The Office” troca seu trabalho de escritório em sua empresa de papel pela fama do rock´n´roll, assumindo o papel de um baterista grande, suado, fora de controle e, às vezes, pelado, que tem uma segunda chance no superestrelato do rock. Quando conhecem Fish, ele e seus companheiros de banda do Vesuvius estão em toda a glória da década de 1980, compondo canções de rock pesado e ostentando cabelos compridos, lenços no pescoço e calças de couro incrivelmente ape...




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