
Quando Vitor , 27, estava em busca de um aparelho portátil para acesso à Internet, ele optou por um iPhone em vez de um netbook de baixo custo.
"A aparência é melhor, e posso levá-lo comigo quando saio. O netbook é pequeno, mas o teclado é tão apertado que na verdade não tenho como usá-lo se estou em movimento", disse o estudante de biotecnologia.
Pessoas como Tsai podem bem se tornar o fator decisivo na guerra iminente quanto ao domínio do mercado, agora que os internautas estão levando seu passatempo favorito ao reino da comunicação sem fio. Muitos observadores acreditam que os celulares inteligentes possam sair vitoriosos, no longo prazo.
Com os computadores de mesa perdendo rapidamente o seu domínio como principal ponto de acesso para navegação na Web, a corrida entre laptops e celulares inteligentes para decidir quem ocupará o lugar deles já começou. Muitas empresas optaram por tentar evitar riscos e estão lançando tanto computadores quanto celulares inteligentes.
Marcas de computadores como a Acer e Dell recentemente anunciaram ou foram mencionadas em conexão a possíveis lançamentos de celulares. A Nokia, líder entre os fabricantes de celulares, está avançando na direção oposta, e mencionou uma possível incursão ao mercado dos netbooks --computadores pequenos e baratos bons para navegar na Internet ou verificar e-mails, mas sem todas as funções de computadores maiores e mais dispendiosos.
As guerras por mercado que estão surgindo podem resultar em competição mais intensa em dois setores já altamente concorridos, o que pode prejudicar a todos os envolvidos enquanto a batalha não se resolve, dizem analistas.
"Sucesso para a Nokia no mercado de computadores? Duvido que haja muito", disse o analista Bob O'Donnell, da empresa de pesquisa IDC. "E a venda de celulares inteligentes pela Dell ou HP? Tampouco acredito nisso. Seria um esforço para entrar em um negócio muito diferente, e creio que todo mundo precise levar esse aspecto em consideração."
Mas muita gente diz que, no duelo que parece destinado a surgir entre celulares inteligentes e netbooks, os computadores parecem estar em desvantagem.
Os preços iniciais de ambos são da ordem de 300 dólares, e muitas empresas dirigem seus produtos aos mesmos consumidores interessados em tecnologia. Mas os consumidores podem descobrir que, embora pequenos, os netbooks continuam a apresentar todas as inconveniências de um computador.
"A aparência é melhor, e posso levá-lo comigo quando saio. O netbook é pequeno, mas o teclado é tão apertado que na verdade não tenho como usá-lo se estou em movimento", disse o estudante de biotecnologia.
Pessoas como Tsai podem bem se tornar o fator decisivo na guerra iminente quanto ao domínio do mercado, agora que os internautas estão levando seu passatempo favorito ao reino da comunicação sem fio. Muitos observadores acreditam que os celulares inteligentes possam sair vitoriosos, no longo prazo.
Com os computadores de mesa perdendo rapidamente o seu domínio como principal ponto de acesso para navegação na Web, a corrida entre laptops e celulares inteligentes para decidir quem ocupará o lugar deles já começou. Muitas empresas optaram por tentar evitar riscos e estão lançando tanto computadores quanto celulares inteligentes.
Marcas de computadores como a Acer e Dell recentemente anunciaram ou foram mencionadas em conexão a possíveis lançamentos de celulares. A Nokia, líder entre os fabricantes de celulares, está avançando na direção oposta, e mencionou uma possível incursão ao mercado dos netbooks --computadores pequenos e baratos bons para navegar na Internet ou verificar e-mails, mas sem todas as funções de computadores maiores e mais dispendiosos.
As guerras por mercado que estão surgindo podem resultar em competição mais intensa em dois setores já altamente concorridos, o que pode prejudicar a todos os envolvidos enquanto a batalha não se resolve, dizem analistas.
"Sucesso para a Nokia no mercado de computadores? Duvido que haja muito", disse o analista Bob O'Donnell, da empresa de pesquisa IDC. "E a venda de celulares inteligentes pela Dell ou HP? Tampouco acredito nisso. Seria um esforço para entrar em um negócio muito diferente, e creio que todo mundo precise levar esse aspecto em consideração."
Mas muita gente diz que, no duelo que parece destinado a surgir entre celulares inteligentes e netbooks, os computadores parecem estar em desvantagem.
Os preços iniciais de ambos são da ordem de 300 dólares, e muitas empresas dirigem seus produtos aos mesmos consumidores interessados em tecnologia. Mas os consumidores podem descobrir que, embora pequenos, os netbooks continuam a apresentar todas as inconveniências de um computador.
O vice-presidente de políticas públicas da Associação GSM, Ricardo Tavares, acredita que o preço dos celulares que operam com internet de banda larga pela tecnologia de terceira geração (3G) deverá cair a partir do ano que vem.
“Na medida em que a escala for maior, a tendência é baixar o preço.
Acho que a partir de 2010 já deverá começar a se sentir esse impacto”, disse Tavares que, entretanto, não fez estimativas sobre de quanto seria essa redução.
A Associação GSM é uma entidade mundial que reúne 750 empresas operadoras de telefonia móvel.Segundo dados da associação, divulgados hoje em almoço com a imprensa, em Brasília, existem hoje no Brasil 4,5 milhões de conexões de banda larga móvel utilizando a tecnologia 3G. A previsão da entidade é de que até 2011 a banda larga móvel ultrapasse a fixa no País, atingindo 27 milhões de acessos. Para 2013, a expectativa, segundo Tavares, é de que o número de conexões 3G chegue a 75 milhões.
A Associação GSM elogiou a proposta da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para a destinação de faixas que futuramente serão oferecidas às empresas para a operação da quarta geração (4G).
“A proposta da Anatel permite ao Brasil ingressar na tecnologia LTE (4G) em 2013. Nós apoiamos a proposta da agência de atribuir a maior parte do espectro em 2,5 GHz às operadoras móveis”, disse.
Segundo ele, com a entrada da 4G em 2013, o Brasil se iniciará nessa tecnologia quatro anos depois de outros países.
Tavares lembra que a tecnologia GSM para os celulares chegou ao Brasil com uma defasagem de 14 anos. No caso da 3G, o atraso foi de seis anos. “Estamos reduzindo o tempo de entrada de novas tecnologias”.



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